É inegável que vivemos tempos
de complexidade, em que o desenvolvimento econômico sustentável exige mais do
que vontade política: requer ousadia, estratégia, parcerias e, sobretudo, visão
de futuro. Em Colombo, esses ingredientes têm se misturado com competência pela
atual gestão, que vem consolidando as bases de um verdadeiro ecossistema
econômico sustentável de oportunidades. Essa proposta representa mais que um
ideal: trata-se de uma transformação concreta e contínua da nossa estrutura
socioeconômica.
No coração dessa estratégia
está a simbiose entre educação profissional eficaz e as demandas do mundo do
trabalho contemporâneo, um alinhamento que tem sido pauta central dos
organismos internacionais como a OCDE (2023), que afirma: “O futuro do trabalho
exige educação alinhada às necessidades produtivas locais para garantir
desenvolvimento sustentável e equidade social.”
A engenharia desse processo,
no entanto, não é simples. Exige cooperação mútua entre setor público e
privado, numa trama social e econômica que requer confiança, diálogo e
planejamento. Em Colombo, temos visto ações concretas nesse sentido,
coordenadas pela Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Trabalho
(SEICT), sob a liderança do secretário Osmair Possebem. A Secretaria tem sido o
"motor" de um novo modelo de desenvolvimento, que não apenas atrai
empresas, mas forma e prepara a mão de obra local para absorver as
oportunidades geradas — prática fundamental para a teoria do
endodesenvolvimento (SINGER, 1970), que defende o crescimento de dentro para
fora, com base nas vocações locais.
Segundo dados do CAGED
(Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), Colombo gerou mais de 3.100
novos postos de trabalho formais em 2024, um crescimento de 12% em relação ao
ano anterior, superando a média estadual, que ficou em 9%. Este resultado é reflexo
direto da implementação de políticas públicas voltadas à empregabilidade e à
qualificação profissional.
Esses avanços não são casuais.
Eles são fruto de um modelo de gestão que combina quatro pilares fundamentais:
Coragem para inovar:
romper paradigmas e abandonar modelos engessados;
Visão de futuro:
compreender as tendências econômicas e tecnológicas;
Planejamento estratégico:
com metas e indicadores claros de desempenho;
Parcerias produtivas:
especialmente com o setor privado, que tem reconhecido o ambiente favorável de
negócios que Colombo oferece.
O conceito de Ambiente
Amigável de Negócios promovido pela atual gestão vai ao encontro das
recomendações do SEBRAE (2022), que destaca que municípios com governança
ativa, desburocratização e capacitação profissional constante são 45% mais
atrativos para novos investimentos.
·
A atração de empresas
de base tecnológica e logística, aproveitando a posição estratégica de Colombo
na Região Metropolitana de Curitiba;
·
A criação de programas
de qualificação profissional articulados com o setor produtivo local, como o
Capacita Colombo;
·
A promoção de feiras
como a Expo Mais Educação, que aproxima o setor educacional das práticas
inovadoras, integrando escola, trabalho e desenvolvimento;
· O fortalecimento de Arranjos Produtivos Locais (APLs), especialmente nos setores de confecção, móveis, alimentos e construção civil.
É importante lembrar que o
desenvolvimento econômico não pode ser apenas crescimento de PIB ou
arrecadação. Ele precisa ser inclusivo, participativo e sustentável. A ONU, em
sua Agenda 2030, alerta que a erradicação da pobreza e a promoção de emprego
decente passam obrigatoriamente pelo fortalecimento das economias locais com
base em políticas educacionais e produtivas integradas.
Em Colombo, essa diretriz vem
sendo seguida com firmeza. Sob a governança do prefeito Helder Lazarotto e sua equipe técnica, o município mostra que é
possível crescer com responsabilidade, incluir com estratégia e inovar com
sensibilidade. A cidade caminha, de forma madura, para se tornar referência em
desenvolvimento econômico local no Paraná, consolidando um ecossistema
sustentável de oportunidades, em que cada cidadão possa sonhar, se capacitar e
crescer com dignidade.
